
Os brazucas estão com tudo nas redes sociais mesmo e acho que isso é reflexo do nosso comportamento. Mas não vim falar sobre isso e sim sobre um estudo que a UFMG vai mostrar em Maio, em uma conferência sobre blogs e mídias sociais nos EUA, que até o New York Times divulgou em seu site.
Abaixo segue um texto divulgado no site da universidade:
Ter milhões de seguidores não é sinônimo de influência no Twitter, como pode parecer à primeira vista, acaba de demonstrar um grupo de pesquisadores, que tem entre eles o brasileiro Fabrício Benevenuto, doutor em ciência da computação pela UFMG. (…)
“Fui supreendido com a discussão sobre o artigo no jornal”, escreveu Benevenuto à reportagem do Portal UFMG. (…)
Para o artigo divulgado antecipadamente pelo The New York Times, o grupo de pesquisadores empreendeu uma tarefa complexa: examinar as contas de Twitter de 54 milhões de usuários ativos, entre as cerca de 80 milhões de contas rastreadas, com a permissão da empresa, conforme relata Sarah Perez autora da reportagem.
Desse total, eles se concentraram em cerca de seis milhões de usuários e avaliaram a forma como interagiam com o conjunto de usuários da rede, por meio de três medidas: número de retweets, seguidores e menções.
“A conclusão?”, pergunta Perez, para em seguida responder: “Aqueles com o maior número de seguidores podem ser ‘tuiteiros’ populares, mas isso não está necessariamente relacionado à sua influência. Contagens altas de seguidores nem sempre significam que alguém está sendo retuitado ou mencionado de forma significativa”, escreve.
Bacana! Parabéns a #todososenvolvidos.
Link da matéria no site da faculdade: http://www.ufmg.br/online/arquivos/014904.shtml
Link para a matéria no New York Times: http://www.nytimes.com/external/readwriteweb/2010/03/19/19readwriteweb-the-million-follower-fallacy-audience-size-d-3203.html
Ah, e vi essa matéria no Twitter da @raquelcamargo




23 de March de 2010 em 15:02
Em primeiro lugar já disse e digo de novo que sou fã da @raquelcamargo do Twitter Brasil!
Em segundo lugar achei bem interessante ver um estudo dessas dimensões confirmar o que temos sentido por intuição. Em minha humilde opinião creio que famosos ou microfamosos atraem seguidores por curiosidade ou é como um brinco que todo mundo usa porque todo mundo usa, mas é o brinco diferente que chama a atenção como o piercing nas sobrancelhas.
Por outro lado não se deve subestimar a influência dos famosos. Menos de 3h depois do Tas ter retuitado esse artigo 2,5 mil pessoas já tinham clicado no link. Se bem que o Tas não é uma celebridade vazia.
Em terceiro e último lugar é uma felicidade ver brasileiros relevantes ocupando as páginas do NYT! Parabéns Fabrício Benevenuto
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