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Twitcast #5 – Twitter Brasil, Sub-Celebridades, Políticos 2.0? e ferramentas

Enviado em 16 July 2009 por @lebravo

piratas

Pra quem ainda não sabe, estou no processo de mudança do Rio para Sampa e por isso meu tempo se reduziu a quase -30 horas por dia e por isso tive muita dificuldade para lançar o Twitcast 4. Como os assuntos já estavam batidos, resolvi lançar o 5 logo e depois penso o que fazer com ele.

Tivemos muitos fogos e cachorros latindo nessa gravação, não deu pra editar.

Fizemos uma pequena homenagem a #MJ e foi o primeiro #mimimi que não foi com o fundo instrumental, deixamos os gritinhos dele de fundo.

Temas:

  • Twitter Brasil e o absurdo caso do processo de uma prefeita de sei lá aonde;
  • Sub-celebridades e o Twitter
  • Mimimi da Semana: @marcelotas e @huckluciano;
  • Os FDP que mataram o cachorro e a mobilização via Twitter;
  • Seesmic Web, Mixero e Blablabra.
  • Bastidores imperdíveis com lançamento de uma #tag que com certeza entrará no #TT

Não fizemos entrevista nesse podcast, por causa do meu maior problema que tenho em Sampa, internet. Pra vocês terem uma idéia, estou subindo o arquivo dentro do carro em frente a um prédio com wi-fi liberado.

Fizemos Live na gravação e provavelmente teremos novamente, portanto… fique ligado no @twitcastBR. Dessa vez, tivemos até a @s1mone pagando peitinho :D

Espero que gostem!

 
 Twitcast-Ep-5 [41:14m]: Play Now | Download

Lembrando que podem baixar o MP3 aqui, assinar o RSS do site: http://feeds2.feedburner.com/twitcast ou somente o do podcast: http://feeds2.feedburner.com/twitcast-podcast (não recomendado para menores de 18 anos)

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#Chupa, #ForaSarney e @TWpirata

Enviado em 30 June 2009 por @Roneyb

A versão politizada da história do #ForaSarney está no meu blog com o título Fora Sarney: um grito desajeitado, acho que aqui não é lugar para mobilizações politicas.

Aqui no Twitcast o vou me concentrar em resumir a longa história.

Depois que dezenas de milhares de pessoas se mobilizaram e colocaram a hashtag #chupa nos trending topics do Twitter brincando com o Aston Kutcher e os mesmos e outros tantos terem aproveitado o embalo para colocar também a hashtag #forasarney lá um grupo de seis artistas (Marcos Mion, Junior Lima, Bruno Gagliasso, Marco Luque, Rodrigo Vesgo, Pedro Tourinho e Felipe Solari ou não já que podem ser fakes) resolveram espalhar que eles eram os responsáveis por isso.

Ok, não é uma história tão longa…

Para piorar, sabendo ao menos que o #chupa chegou aos trending topics graças à adesão do Kutcher, decidiram implorar ao ator que os retuitassem, seguissem e até fizeram um jabá, está tudo no vídeo que o @Cardoso fez:

Assim como a história toda do #foraSarney começou na twittosfera à partir de um tuite que dizia ser uma vergonha ser brasileiro por causa do Sarney agora tem gente dizendo que se envergonham de ser brasileiros por causa da desastrosa atuação “política” desse grupo (será que depois do Kutcher iam pedir a Obama que invadisse o Brasil?).

Pois tenho apenas uma opinião política a dar: Sarney não representa o Brasil, esses artistas não representam o Brasil, nem mesmo pessoas muito mais sábias e politizadas representam nosso país. Nós representamos! Nossas vozes individuais que se somam seja para brincar com um ator estrangeiro, seja para um grito tímido por um #governolimpo.

Além da opinião tenho uma sugestão de humildade: tuiteiros ou mesmo os 65 milhões de internautas brasileiros espalhados em pequenos grupos de dez ou cem mil pessoas também não são a voz do nosso povo. Nossas urnas são a expressão dessa voz e a Internet será um dia quando soubermos nos reunir eficientemente através dela.

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Twitter e Sua Força Política

Enviado em 18 June 2009 por @Rafagoom

Green TwitterQue o Twitter inovou o modo de nos comunicarmos e de conhecer pessoas, até a revista TIME já falou. Para nós blogueiros já ficou comum ouvir que uma manifestação foi combinada no blog “tal”, mais conhecida como Flash mob, uma pequena manifestação em prol de alguma coisa. Mas o Irã está indo além.

Nas eleições deste ano, Mahmoud Ahmadinejad disputava a reeleição e Mir Hossein Mousavi era o favorito do país. Da madrugada à manhã de sábado (13/06), a população Iraniana (+-70.000.000 de habitantes, sendo +-35.000.000 entre os 25 anos de idade)  ficou sabendo que 62, 63% dos votos eram a favor de Ahmadinejad. Antes da divulgação do nome do novo presidente, Iranianos viram que o antes livre acesso a blogs, Facebook, YouTube e outros sites, fora bloqueado. E também os jornais que se opunham ao presidente eleito foram censurados. Uma forte suspeita de fraude na contagem dos votos era sentida pela população, especialmente por aproximadamente 700.000 blogueiros que ali existem. Mas como manifestá-la? É aí que o Twitter se encaixa.

Um dos poucos sites de relacionamento até então com livre acesso é o nosso amigo Twitter. Várias mobilizações estão sendo organizadas pela tag #iranelection, e também informações sobre o andamento delas. É a oportunidade de rasgar a cortina que cobre informações importantes, imposta pelo governo, e ver o que realmente está acontecendo. Claro, não sejamos ingênuos de acreditar em todas as mensagens ali publicadas, cabe a cada usuário separar o joio do trigo, por assim dizer. Mousavi já pediu a anulação das eleições para os responsáveis, mas as manifestações continuam.

Há quem, em solidariedade aos amigos blogueiros iranianos, tenha modificado o avatar do Twitter para tons de verde, cor da campanha de Mousavi e também o símbolo da esperança. Se quiser fazê-lo, neste link você encontra como.

Este post não tem nenhuma pretenção de dizer quem está certo ou errado nesta disputa política, mas sim estamos todos interessados na verdade e na importância do Twitter na busca dela. Você pode encontrar mais informações seguindo @Change_for_iran, no Flickr, no redit e no redit.tv. Fica a dica e a lição de como nós brasileiros podemos usar as ferramentas que temos livre acesso.

Veja o vídeo Iran: A Nation of Bloggers para entender a importância da informática na revolução da informação no Irã.

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